às vezes eu amanheço...
calada, como que continuasse a dormir
mas existe uma voz que jamais se cala
permanece, sempre a romper o silêncio
Vou invadindo cada minuto, sem pedir licença
ou seriam eles que me invadem?
vão levando um pouco de mim
deixando apenas o silêncio profundo desta palavra aterrorizante, ausência
A pausa das minhas mãos não representa a pausa do que estes segundos levaram de mim
quando tudo parecia estático
de dentro do meu corpo irrompeu o frêmito do meu coração
Um suspiro contido
toma-me e carrega-me por este dia sem ti
quinta-feira, 19 de julho de 2007
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